Proposta contra título de Nossa Senhora Aparecida não avança no Congresso
Reconhecimento como Padroeira do Brasil continua oficial, enquanto manifestações de aliados de Flávio Bolsonaro voltam ao debate político.
Reconhecimento como Padroeira do Brasil continua oficial, enquanto manifestações de aliados de Flávio Bolsonaro voltam ao debate político.
Governador de Goiás questionou acusações do senador contra a entidade católica após boatos sobre Nossa Senhora Aparecida.
Dom Roberto Francisco Ferreira Paz afirma que a medida poderia afetar a liberdade de crença e a laicidade do Estado brasileiro.
Pessoas próximas ao candidato afirmam que a menção à CNBB ampliou o conflito em torno de Nossa Senhora Aparecida.
Entidade afirmou que não participou de informações falsas sobre Nossa Senhora Aparecida e defendeu verdade, diálogo e paz no processo eleitoral.
Candidato acusou integrantes da CNBB sem apresentar provas e depois passou a usar a imagem de Nossa Senhora Aparecida na campanha.
Candidato afirmou que a associação com a retirada da santa do posto de padroeira do Brasil é uma fake news.
Criada em 1952, a entidade não tem poder hierárquico sobre os bispos, mas exerce influência pastoral, social e institucional.
Entidade afirmou não ter produzido nem divulgado informações falsas sobre o título de Nossa Senhora Aparecida.
Entidade rejeitou ligação com fake news sobre Nossa Senhora Aparecida, e Jorge Messias declarou solidariedade à conferência.
O senador acusou moradores de colocar vidas em risco e afirmou que a CNBB ajudou a espalhar publicações sobre Nossa Senhora Aparecida.
Candidato afirmou que publicações sobre a retirada do título de Padroeira do Brasil tiveram apoio de pessoas ligadas à entidade.
Senador defende decreto sobre a identidade cristã do Brasil, enquanto bispos alertam contra o uso político da religião e a intolerância.
Candidato do PL à Presidência afirma que respeita todas as religiões e rejeita acusação sobre a padroeira do Brasil.
Grupo coordenado por bispo de Campo Limpo reúne acadêmicos, professores e especialistas para avaliar impactos e possibilidades da tecnologia.
Entidade apoia Código de Ética para o STF e diz que esclarecimento de suspeitas deve respeitar a defesa e o devido processo legal.