Guerra com o Irã redesenha rotas, consumo e produção de petróleo
Conflito fortaleceu o controle iraniano sobre Hormuz, ampliou o peso da China e acelerou a produção fora do Oriente Médio.
Conflito fortaleceu o controle iraniano sobre Hormuz, ampliou o peso da China e acelerou a produção fora do Oriente Médio.
Brent encerrou o dia a US$ 97,31, enquanto o WTI avançava com a escalada dos ataques entre Estados Unidos e Irã.
Presidente dos Estados Unidos fez uma sequência de mais de dez horas no Truth Social, com referências ao Irã, à Lua e a ações.
Presidente voltou a questionar a falta de levantes no Irã enquanto negociações estão paralisadas e o Estreito de Ormuz opera abaixo do nível anterior à guerra.
Ministério da Saúde libanês informou que duas mulheres estão entre as vítimas; outras seis pessoas ficaram feridas.
Guarda Revolucionária afirma ter atacado embarcação americana, mas o Centcom nega; tensão também cresce no Líbano e no Iêmen.
Medida começa na terça-feira (8) e mantém os valores das duas primeiras cotas, que somam 110 litros.
Chris Wright relacionou a possível redução à mudança nas regras para refinarias e à queda esperada na demanda após o verão.
Autoridades iranianas dizem que sanções agravaram a crise econômica e prometem resposta a novas ações militares contra o país.
Guarda Revolucionária diz que ataque atingiu um porta-aviões e um destróier; forças americanas ainda não confirmaram o bombardeio.
Comando Central dos EUA diz que os ataques ocorreram após mísseis iranianos serem lançados contra um porta-aviões e um destróier.
Centcom afirma que os ataques destruíram ou inutilizaram navios-tanque ligados à Guarda Revolucionária do Irã.