Bolsa Família terá piso de R$ 691 a partir de outubro
Reajuste de 15,04% eleva o valor mínimo e o benefício médio, enquanto pesquisas mostram disputa mais equilibrada entre Lula e Flávio.
Reajuste de 15,04% eleva o valor mínimo e o benefício médio, enquanto pesquisas mostram disputa mais equilibrada entre Lula e Flávio.
Christopher Garman afirma que o aumento pode não conquistar novos eleitores e gerar reação negativa entre trabalhadores da classe C.
Aumento de 15% começa em outubro, enquanto governo nega ilegalidade e adversários questionam o uso eleitoral da medida.
Candidato do PL afirmou que conservará o reajuste de 15,04% anunciado pelo governo Lula e disse que fará mais pelo benefício.
Candidato afirma que não autorizou ação de Zé Trovão, mas continua acusando Lula de usar o reajuste com finalidade eleitoral.
Valor do benefício passará de R$ 600 para R$ 691, com impacto adicional ainda fora do orçamento enviado ao Congresso.
Dario Durigan afirmou que o governo avalia medidas de crédito e citou novas iniciativas após as duas edições do Desenrola.
Benefício subirá de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro, com impacto de R$ 5,8 bilhões em 2026.
Reajuste anunciado por Lula será pago a partir de outubro e terá impacto fiscal de R$ 5,8 bilhões neste ano.
Candidato do Missão quer manter o benefício durante frentes de trabalho e prevê corte após três recusas de emprego.
Candidato do Avante caminhou por Copacabana, elogiou André Mendonça e propôs mudanças no Bolsa Família para trabalhadores com carteira assinada.
Candidato à Presidência defendeu cortes em cargos comissionados e mudanças em programas sociais, mas negou acabar com o Bolsa Família.
Candidato do Avante afirmou que beneficiários poderão ter carteira assinada ou MEI e defendeu mudanças na previdência social.
Em agenda em Araçatuba, candidato também pediu vídeos de apoio e afirmou que sua campanha gasta pouco mais de 50 mil reais.