Chuvas deixam mortos e desaparecidos na Índia e no Nepal
Inundações, deslizamentos e uma avalanche atingiram os dois países; autoridades mantêm alertas para novas enchentes repentinas.
Inundações, deslizamentos e uma avalanche atingiram os dois países; autoridades mantêm alertas para novas enchentes repentinas.
Alpinistas e guias estavam na base do Himlung Himal; buscas ainda não começaram por causa das condições climáticas adversas.
Quatro drones fazem até 16 entregas diárias com alimentos, medicamentos, combustível e outros itens essenciais.
Devighat ainda tem escombros cobertos de lama e prédios danificados duas semanas após as inundações que atingiram o país.
Maharjan e Sah foram encontrados a 160 metros da saída, após passarem nove dias em uma bolsa de ar parcialmente submersa.
Tragédia deixou 43 mortos e 519 desaparecidos no lado chinês, incluindo cerca de 261 estrangeiros, segundo autoridades.
Buscas continuam por centenas de desaparecidos no posto de Gyirong, atingido pelo colapso de uma geleira em 26 de agosto.
Chandika Kumari Shresth foi encontrada em uma casa soterrada, enquanto a família já se preparava para os rituais de luto.
Financiamento do programa SERVIR-Hindu Kush Himalaia foi suspenso em janeiro de 2025, antes de um desastre que matou mais de 1.100 pessoas.
Chandika Shrestha, de 63 anos, foi encontrada em Nuwakot após as enchentes e levada a um hospital.
Mais de 84.000 pessoas foram afetadas pelas inundações na fronteira entre Nepal e China, segundo relatório humanitário.
Lu Haitao foi encontrado sob escombros de uma usina hidrelétrica; outra sobrevivente também foi localizada no mesmo dia.
Duas pessoas foram retiradas vivas de escombros e de um túnel; quase 5.000 continuam desaparecidas no Nepal.
Lu Haitao foi retirado de um túnel de hidrelétrica; uma mulher de 64 anos estava entre os escombros de uma casa.
Buscas continuam nove dias após o colapso de uma geleira provocar uma avalanche de água, lama e destroços na região de fronteira.