Lula defende soberania, democracia e multilateralismo em discurso na ONU
Presidente brasileiro critica guerras, ocupação de Israel em Gaza e falta de credibilidade das Nações Unidas durante fala em Nova York.
Presidente brasileiro critica guerras, ocupação de Israel em Gaza e falta de credibilidade das Nações Unidas durante fala em Nova York.
Encontro começou nesta terça-feira, 22, e terá discurso de abertura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Presidente deve defender soberania, combate à fome e reforma do Conselho de Segurança antes do discurso de Donald Trump.
Encontro terá discursos de chefes de Estado e governo, 1.553 reuniões bilaterais e debates sobre conflitos e inteligência artificial.
Em Nova York, presidente afirmou que Trump foi eleito para governar os Estados Unidos, mas não outras nações.
Presidente brasileiro discutiu políticas públicas com Zohran Mamdani e cumprirá outros compromissos antes da abertura da cúpula.
Presidente deve defender o multilateralismo e a reforma do Conselho de Segurança durante a agenda internacional.
Presidente deve defender o multilateralismo e a soberania brasileira durante passagem rápida por Nova York.
Presidente discursará na terça-feira e deve defender a soberania do Brasil durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas.
Órgão reúne os 193 integrantes das Nações Unidas e pode aprovar recomendações, orçamento e eleições internas.
Ministério venezuelano confirmou a viagem, mas não divulgou a agenda da presidente interina nem os encontros previstos.
Presidente chegou a Nova York e deve abordar interferência estrangeira, guerras, crime organizado, meio ambiente e inteligência artificial.
Presidente ucraniano disse que reunião pode ocorrer na semana da Assembleia Geral da ONU, mas não informou a data.
Presidente chega neste domingo e participa de encontro com o prefeito Zohran Mamdani antes de discursar na Assembleia Geral na terça-feira.
Lula, António Costa, William Ruto e Mark Carney lançaram a P4M antes da Assembleia Geral da ONU.
Manifesto assinado por Lula e líderes do Conselho Europeu, Quênia e Canadá propõe renovar a cooperação internacional diante da polarização.
Presidente terá reuniões, entrevista e discurso com temas como soberania, crime organizado e eleições de outubro.
Assembleia Geral debate e recomenda ações, enquanto Conselho de Segurança pode aprovar decisões vinculativas.
Moradores pedem apoio internacional para recuperar vítimas, identificar corpos e permitir a entrada de ajuda e materiais de construção.
Presidente viaja a Nova York para participar da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas e defender a paz e o diálogo.